sexta-feira, 23 de novembro de 2018
Paysandu superação - Globo Esporte Nacional 14/11/2018
Paysandu superação - Globo Esporte Nacional 14/11/2018
Revelação do Paysando é novo artilheiro do Vasco na temporada, Pikachu abre as portas de casa e fala da carreira
Histórica vitória do Paysandu sobre o Peñarol
Há exatos 53 anos o Paysandu vencia por 3 a 0 a equipe do Peñarol. A partida histórica marcava a excursão internacional do time uruguaio pelo Brasil na década de 1960. A equipe sul-americana era formada por jogadores da Seleção Uruguaia e contava com dois títulos da Libertadores da América, um Mundial de Clubes e o bicampeonato nacional. O feito é lembrado até hoje no hino popular do Papão quando diz que “até o Peñarol veio aqui pra padecer”.
Na época o time de Montevidéu era considerado imbatível. O seu retrospecto era de 15 jogos invictos, entre os quais já havia vencido grandes equipes do futebol brasileiro, inclusive o Santos-SP, de Pelé. E foi assim, em um domingo de férias, que os bicolores bateram a equipe paraguaia. O jogo aconteceu no Estádio da Curuzu e teve a presença de aproximadamente cinco mil torcedores.
O clima da capital paraense foi considerado um dos fatores que influenciaram na vitória do Paysandu. Talvez, por isso, o primeiro gol do Papão saiu antes mesmo dos 20 minutos de jogo, quando o ala esquerdo Ércio recebeu a bola de Carlinhos, avançou pela lateral e da entrada da área bateu sem chances para o goleiro Mazurkiewicz. A vantagem Alviceleste aumentou ainda no primeiro tempo, quando Pau Preto puxou rápido contra-ataque e tocou para Milton Dias bater para o gol: Papão 2 a 0.
No segundo tempo, o lateral Vila cruzou para Pau Preto, que só teve o trabalho de tirar do goleiro, marcando o terceiro do time paraense. Um dos jogadores que estava em campo naquela época e que é lembrado até hoje é o meia Quarentinha, considerado o maior ídolo da história do Paysandu.
O Paysandu jogou com Castilho; Oliveira, Abel, Jota Alves e Carlinhos; Beto, Quarentinha; Pau Preto, Milton Diaz, Edson Piola e Ércio. O técnico era Juan Antônio Alvarez. Já o Peñarol atuou com Mazurkiewicz; Lezcano, Pablo Forlán, Néstor Golçalves, Días (Luis Alberto varela) e Caetano (Tabaré González); Cortés e Pedro Rocha; Abbadie, Alberto Spencer e Joya. Roque Máspoli comandou o time uruguaio.
Assinar:
Postagens (Atom)











